MÉTODO CTIDOR PARA TRATAMENTO

DE HÉRNIA DE DISCO E DOR DA COLUNA

Uso de procedimentos minimamente invasivos na coluna vertebral.

Durante muitos anos a hérnia de disco e a dor na coluna foram tratados com cirurgia aberta, com a colocação de parafusos e fixação da coluna; com o passar do tempo se observou que esta cirurgia tinha muitas complicações e pouco resultado, então se iniciou o tratamento com a cirurgia minimamente invasiva; com os avanços médicos foram desenvolvidos muitos procedimentos mais simples que mostraram melhor resultado. Assim com esta visão desde 2006, ano da inauguração do CTIDor, temos realizado somente o tratamento minimamente invasivo da coluna, e com nossa experiência de mais de 2000 mil procedimentos realizados, elaboramos um Método de tratamento pouco invasivo e com melhor resultado que a cirurgia aberta. Chama a atenção no nosso método: a rapidez do tratamento, a boa recuperação do paciente e a redução em mais de 90% do número de cirurgias abertas. Nosso método se divide em 5 etapas que chamamos de degraus de uma escada, vão do menos invasivo para o mais invasivo, pois se observou que a maioria dos pacientes só faz a cirurgia aberta porque tem muita dor junto com a perda da qualidade de vida; assim nosso foco é bloquear imediatamente a dor e dar condições de volta as atividades normais do Indivíduo.

Método CTIDor para tratamento da Hérnia de Disco e dor na coluna:

uso de procedimentos minimamente invasivos em 5 degraus: começa no menos invasivo e somente quando não melhora sobe para mais invasivo.

Nosso método está indicado para pacientes com muita dor, dor intensa, dor incapacitante ou aqueles com a chamada dor refratária, que não responde aos tratamentos conservadores.


PRIMEIRO DEGRAU:


Neste degrau realizamos bloqueios guiados por imagem da raios-X, seguindo o padrão da

dor, quando se tratar de dor na coluna irradiada para pernas ou braços realizamos o bloqueio transforaminal, no nível em que a hérnia do disco pinça a raiz do nervo; quando se tratar de

dor em cima da coluna ou referida para os lados, realizamos o bloqueio das articulações da  coluna (facetas) ou o bloqueio peridural interlaminar. Para realizar qualquer bloqueio, é feita anestesia

local da pele, depois fazemos a punção com agulha fina e vamos guiando a ponta da agulha pelo

raios-X até o nível exato da coluna que produz a dor. Em seguida injetamos anestésico e se o

paciente sentir alívio imediato, nós injetamos o corticoide para combater a inflamação no local, o

alvo da dor. Com os bloqueios guiados por imagem conseguimos o alívio da dor em 90%

dos pacientes.  Somente naqueles pacientes em que a dor não melhora ou em que a dor

volta depois de algum tempo é que sobem para o tratamento com o próximo degrau.

SEGUNDO DEGRAU:

Neste degrau realizamos os procedimentos com radiofrequência, que são feitos
com anestesia local, realizamos a punção com agulha colocamos o eletrodo por
dentro da agulha, depois conectamos por um cabo o eletrodo a um aparelho que
transmite a energia da radiofrequência para a ponta da agulha, quando ligamos o
aparelho por 90 segundos produz a lesão no nervo que tá próximo a ponta da
agulha levando ao alívio da dor; com esta técnica podemos fazer: 1- Rizotomia

radiofrequência – é a lesão dos nervos que conduzem a dor das facetas, que são
as pequenas articulações da coluna, que se desgastam, inflamam e provocam dor.
2-Nucleoplastia – é a lesão do núcleo do disco, com isso promove a redução do
disco, da hérnia e alivio da dor. 3- Ânuloplastia – é lesão dos nervos de dentro do
disco, promove alívio da dor discogênica. 4- Ablação de gânglio – promove o
bloqueio da condução da dor. Naqueles pacientes em que a dor não melhora ou
em que a dor volta depois de algum tempo, sobem para o próximo degrau.


TERCEIRO DEGRAU:


Neste realizamos as cirurgias percutâneas em que retiramos por meio de punções com pequenas cânulas, pedaços do disco e da hérnia para descomprimir o pinçamento da raiz do nervo, também são feitas com anestesia local. Com esta técnica podemos fazer: Discectomia mecânica, discectomia automatizada, discectomia a laser (PLDD) ou a DISC-FX. Naqueles pacientes em que a dor não melhora ou em que a dor volta depois de algum tempo, sobem para o próximo degrau.


QUARTO DEGRAU:


Neste realizamos as cirurgias endoscópicas, são feitas colocando-se canos finos de 6 a 12mm de diâmetro na coluna no nível da dor, por uma microfibra óptica do cano a imagem da ponta dentro da coluna é transmitida para uma TV, assim com uma visão da endoscopia retiramos com instrumentos os pedaços da hérnia de disco isso acaba com o pinçamento da raiz do nervo, também são feitas com anestesia local ou peridural, com esta técnica podemos fazer: Discectomia mecânica, retirada da hérnia, descompressão de canal vertebral, descompressão dos forames e a Epiduroscopia. Assim somente aquele paciente em que a dor não melhore após todos os procedimentos minimamente invasivos, que ainda sofra com a dor intensa que lhe cause incapacitação, dificuldade de viver, perda de força ou de movimento, é que indicamos a cirurgia de aberta de artrodese, com isso somente pouquíssimos pacientes sobem
para o último degrau.


QUINTO DEGRAU:

 

Neste degrau realiza-se a cirurgia aberta ou cirurgia convencional: é uma grande cirurgia, feita com anestesia geral, na qual é feita a abertura da coluna da pele até o osso, abertura do canal vertebral para descompressão, substituição dos discos por espaçadores, com a colocação de parafusos e fixação da coluna por hastes de metal. Aqueles pacientes que não podem se submeter a cirurgia aberta, são tratados com a colocação de implantes definitivos: implante de sistema de eletroestimulação ou bomba de infusão de morfina; alguns pacientes refratários também podem se beneficiar de ozonioterapia, que é um tipo de tratamento feito com a injeção do ozônio dentro do disco ou peridural, conforme o caso; este procedimento deve ser feito guiado por imagem de raios-X para ter bom resultado.